O Ministério Público do Piauí (MP-PI) converteu, nessa terça-feira (8), uma investigação em Procedimento Preparatório para apurar possíveis irregularidades em um contrato de R$ 3,8 milhões firmado pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) com a empresa Medfix Comércio de Produtos Hospitalares LTDA ME.
A investigação é conduzida pela 36ª Promotoria de Justiça de Teresina e apura a aquisição de órteses e próteses destinadas aos setores de neurocirurgia e ortopedia do Hospital de Urgência de Teresina (HUT).
Segundo denúncia publicada inicialmente pelo GP1, o sócio-administrador da Medfix, José Wilker da Silva, teria mantido simultaneamente vínculo temporário com a própria Fundação Municipal de Saúde, onde exerceria a função de técnico em enfermagem. Além disso, ele também manteria vínculo funcional com a Administração Pública Estadual.
O Ministério Público deverá apurar a possível existência de irregularidades na contratação e a compatibilidade dos vínculos mantidos pelo sócio-administrador da empresa com o fornecimento de materiais para a FMS.